Covid-19: mortes passam de 242 mil e casos somam quase 10 milhões

O número de pessoas que não resistiram à covid-19 no Brasil subiu para 242.090. Em 24 horas, foram registradas 1.150 mortes. Há ainda 2.776 óbitos em investigação no país. As informações são da Agência Brasil.

Já o total de pessoas infectadas pelo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 9.978.747. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 56.766 novos casos.

Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta quarta-feira (17). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Há, ao todo, 786.207 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 8.950.450 pacientes já se recuperaram.

Estados

Na lista de estados com mais mortes estão São Paulo (56.960), Rio de Janeiro (31.701), Minas Gerais (17.109) e Rio Grande do Sul (11.479). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (940), Roraima (995), Amapá (1.116), Tocantins (1.461) e Rondônia (2.586).

Em número de casos, São Paulo também lidera (1.938.712), seguido por Minas Gerais (816.901), Bahia (639.227), Santa Catarina (622.727) e Paraná (601.554).

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Restrições de Viagem aos EUA completa um ano; País segue impedindo entrada de Brasileiros

Um ano após suspender a entrada de brasileiros com vistos de turista nos EUA, governo americano não sinaliza reabertura para o Brasil. Brasileiros com imóveis no país, estudantes e categorias não admitidas para ingresso em território americano seguem fazendo quarentena obrigatória em outros países antes de tentar entrar no país norte-americano.

Os EUA estenderam a proibição da entrada de cidadãos do Brasil nos EUA até 21 de março. A prorrogação anunciada pela Alfândega e Proteção de Fronteiras no país deverá seguir nos próximos meses devido ao surgimento da nova cepa do coronavírus e ao ritmo de vacinação no Brasil. Brasileiros que necessitam viajar aos EUA seguem tendo que fazer quarentena obrigatória de 14 dias em países como o México antes de ir aos Estados Unidos.

Para o pesquisador da imigração, Rodrigo Lins, que investiga os impactos da medida restritiva na comunidade brasileira residente nos EUA, a restrição deverá ser mantida nos próximos meses devido ao ritmo de vacinação no Brasil. Para ele, a medida atinge também a comunidade brasileira residente nos EUA, que mesmo tendo permissão para trânsito com o Brasil, acaba prejudicada com proibição a familiares.

“A expectativa para permissão de entrada de brasileiros aqui nos Estados Unidos é grande, inclusive na comunidade residente. Com a proibição de entrada de portadores do visto de turista, muitos familiares estão afastados. Também há impacto nos negócios, muitos brasileiros que tem imóveis de aluguéis em temporada, por exemplo, estão com maior dificuldade para vir ao país e acompanhar seus imóveis. Nos grupos de brasileiros já há, inclusive, recomendação de lugares no México para brasileiros que queiram entrar nos EUA após quarentena obrigatória”, explica.

Para o especialista, a quarentena obrigatória em outros países encarece a ida aos Estados Unidos e não é garantia de sucesso na hora de entrar no país. “É preciso considerar que mesmo realizando quarentena em outro país, na hora de entrar nos EUA, os agentes indagarão muitas questões ligadas à localização de origem no Brasil e se o viajante teve contato com alguma pessoa infectada pelo coronavírus. Não é garantido que o agente da fronteira aprove a entrada”

As restrições se aplicam a quem viaja a pé ou em veículos, balsas, trens ou portos de entrada costeiros, bem como imigrantes e não imigrantes que viajam para fins que as autoridades dos Estados Unidos não consideram essenciais. Cidadãos dos EUA e residentes legais permanentes (LPR) estão autorizados a retornar aos Estados Unidos durante este período.

“Muitos brasileiros que são residentes nos EUA e que podem transitar entre os países estão com receio de sair do país e enfrentar dificuldades para retornar. A sensação é de insegurança. Desde o início da proibição é cada vez menor o número de brasileiros, residentes nos EUA, que aposta em viajar ao Brasil. Os números são comprovados pelas empresas aéreas mais populares para vôos entre os países na comunidade brasileira nos EUA”, afirma Rodrigo Lins.

70% dos brasileiros não querem o direito de escolher vacina, diz pesquisa

Levantamento exclusivo do Paraná Pesquisa (veja abaixo) para o site Diário do Poder e a coluna Cláudio Humberto revela que a grande maioria dos brasileiros (70,2%) não considera importante o direito de escolher a marca da vacina; apenas 29,8% gostariam de ter opções.

Mas, solicitados a apontar uma vacina confiável, apenas 20,5% se dizem indiferentes. A maioria escolhe a CoronaVac (23,6%), seguida da AstraZeneca (21,2%) e Pfizer (11,3%). A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

 

(Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília)