Ducci destaca eficácia da CoronaVac

O deputado federal Luciano Ducci (PSB) destacou nesta quarta-feira, 13, a eficácia da vacina CoronaVac, segundo resultados divulgados pelo Butantan. “Estamos diante de um resultado que comprova que a vacina produzida pela Sinovac é segura e nos protege de adoecer gravemente, de precisar de UTI, por exemplo. O que melhora a situação de todo o nosso sistema de saúde também”, escreveu nas redes sociais.

Segundo os resultados da pesquisa, divulgados pelo Butantan, a CoronaVac tem eficácia global de 50,38%, mais do que o mínimo exigido pela Organização Mundial da Vacina (OMS) e Anvisa que é de 50%. Sobre o que esperar da vacina, Ducci explicou como se dará a imunização.

“Com eficácia global de 50,38%, metade das pessoas que receberam a vacina não terá covid-19, 78% de eficácia, significa que cerca de 22% dos contaminados poderão ter sintomas moderados. Quando possui 100% de eficácia para casos graves, nenhum dos vacinados têm potencial de adoecer gravemente”, explicou.

Detalhes dos estudos clínicos revelam que a eficácia global da vacina considera os efeitos de imunização contra todos os tipos de infecção, ou seja: casos assintomáticos, leves ou graves, sem recorte de grupo. “Precisamos confiar na ciência e continuarmos com os cuidados, pois os casos e mortes ainda estão longe do controle. Essa vacina é a esperança para muitos brasileiros, estamos confiantes”, reiterou Ducci.

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Testes para vacina contra HIV têm resultados promissores

Um teste para o desenvolvimento de uma vacina voltada a combater o vírus do HIV teve resultados promissores, segundo os laboratórios responsáveis. O projeto para encontrar um imunizante contra a vírus é conduzido pelo Iniciativa Internacional HIV Aids em parceria com a instituição de pesquisa Scripps Research.

Segundo as instituições, os testes clínicos da Fase 1 mostraram sucesso no estímulo a células raras, primeiro passo para a geração de anticorpos nos pacientes infectados pelo vírus. Entre os participantes do ensaio clínico, 97% apresentaram esses efeitos.

Segundo os pesquisadores, o estudo aponta um caminho para o desenvolvimento de uma vacina e para as próximas fases do ensaio clínico.

Agora, a Iniciativa Internacional HIV Aids e a instituição Scripps Research devem firmar uma parceria com a farmacêutica Moderna (que também tem desenvolvido vacinas contra o novo coronavírus) para testar uma vacina baseada na tecnologia mRNA.

Mutações

A dificuldade no desenvolvimento de um imunizante contra o HIV, que atinge 38 milhões de pessoas em todo o mundo, está relacionada ao fato deste ser um vírus que sofre mutações constantemente, criando obstáculos à ação do sistema imunológico.

Os pesquisadores trabalham para desenvolver substâncias que possam produzir o que chamam de “anticorpos altamente neutralizantes”, proteínas que tenham condição de combater a reprodução do HIV.

Os responsáveis pelo estudo acreditam que a pesquisa pode contribuir não somente para esse esforço no combate ao vírus HIV, mas também para a fabricação de imunizantes contra outros vírus e doenças, como Influenza, dengue, Zika e hepatite C.

Brasil tem 1.240 mortes por covid-19 em 24 horas

Boletim epidemiológico covid-19 04-04-2021
Boletim epidemiológico covid-19 04-04-2021 – Ministério da Saúde

O Brasil chegou a 331.433 mortes por covid-19, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada neste domingo (4). Nas últimas 24 horas, foram registrados 1.240 novos óbitos pelas secretarias estaduais de Saúde. 

A soma de casos acumulados foi de 12.984.956. De ontem para hoje, foram notificadas 31.359 novos casos de infecção. Os dados indicam também que 1.296.002 pacientes estão, neste momento, em acompanhamento. Outros 11.357.521, o correspondente a 87,5% dos infectados, já se recuperaram.

Os registros de casos e mortes costumam ser menores em feriados, sábados e domingos, em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de Saúde. O represamento das informações durante os fins de semana costuma inflar os dados dos dias seguintes.

Estados

São Paulo chegou a 2.527.400 pessoas contaminadas. Os outros estados com maior número de casos no país são Minas Gerais (1.156.435) e o Rio Grande do Sul (860.136). Já o Acre tem o menor número de casos (71.157), seguido de Roraima (90.350) e do Amapá (98.898).

Em número de mortes, São Paulo também lidera, com 77.020 óbitos. O Rio de Janeiro (37.687) e Minas Gerais (25.654) aparecem na sequência. Os estados com menos mortes são o Acre (1.291), Amapá (1.323) e Roraima (1.352).