Inscrições para o vestibular da UENP seguem até 6 de maio

A Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) está com as inscrições abertas para o vestibular 2021. Os interessados podem se inscrever até o dia 6 de maio, exclusivamente pela internet. A prova ocorrerá dia 20 de junho.

Neste ano, serão ofertadas no processo seletivo 1.083 vagas para ingresso nos 27 cursos de graduação da universidade. A UENP reserva 40% das vagas para alunos cotistas, sendo 20% delas para candidatos que tenham cursado todo ensino médio em escola pública (cotas sociais) e outros 20% para autodeclarados negros e que também tenham cursado todo ensino médio em escola pública (cotas sociorraciais).

O coordenador de Processos Seletivos da UENP, professor Pedro Henrique Carnevalli Fernandes, ressalta que a Coordenação do Processo Seletivo está acompanhando o contexto pandêmico para que na época de realização da prova seja divulgado um edital específico, formulado em consonância com as recomendações e as medidas de prevenção e enfrentamento da pandemia, feitas pela Organização Mundial da Saúde, Ministério da Saúde e da secretaria estadual de Saúde.

 

“Com o adiamento da prova divulgado em 11 de março, possibilitamos a prorrogação do período de inscrição e de pagamento da taxa de inscrição do Vestibular UENP 2021, dando oportunidade a mais estudantes de participar do nosso processo seletivo”, disse o professor.

Mais informações sobre o processo seletivo podem ser acessadas no SITE da Universidade. A taxa de inscrição é de R$140,00.

Cursos

O Campus de Bandeirantes oferta os cursos de Agronomia (40), Ciências Biológicas – licenciatura ou bacharelado (40), Ciência da Computação (24), Computação (20), Enfermagem (22), Medicina Veterinária (40).

Em Cornélio Procópio, a UENP abre vagas para os cursos de Administração (80), Ciências Biológicas (20), Ciências Contábeis (80), Ciências Econômicas (20), Geografia (30), Letras (Português/Inglês 32), Matemática (35) e Pedagogia (32 noturno, 28 vespertino).

 

No Campus de Jacarezinho há vagas abertas para os cursos de Ciências Biológicas (32), Direito (63), Educação Física (36 bacharelado, 36 licenciatura), Filosofia (45), Fisioterapia (36), História (32 vespertino, 32 noturno), Letras Português/Espanhol (32), Português/Inglês (32), Matemática (40), Odontologia (36) e Pedagogia (44 vespertino, 44 noturno).

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Em CPI, Wajngarten fala sobre campanha contra covid e vacina da Pfizer

O ex-secretário especial de Comunicação Social Fábio Wajngarten disse nesta quarta-feira (12) que tanto a pasta que comandou quanto o Ministério da Saúde fizeram, desde o início da pandemia, no ano passado, 11 campanhas informativas sobre a covid-19: quatro por meio da secretaria sete via Ministério da Saúde. “A impressão que se tem é equivocada em dizer que o governo não comunicou com muita técnica e isenção e profissionalismo”, disse Wajngarten em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia.

Aos senadores, o ex-secretário – que esteve no governo de abril de 2019 até março deste ano – afirmou que sempre teve liberdade para estabelecer as estratégias de comunicação do governo federal. “Ao menor sinal de interferência, eu teria ido embora”, disse Wajngarten, que é a quinta pessoa a prestar depoimento à CPI.

Pfizer

Sobre sua participação na tentativa de compra do imunizante do laboratório americano, Fábio Wajngarten disse que, quando soube, em novembro do ano passado, que a Pfizer havia enviado uma carta oferecendo 500 mil doses de vacinas contra o novo coronavírus ao então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e ao ministro da Economia, Paulo Guedes, levou o assunto ao presidente da República. Segundo ele, a atitude “proativa” foi republicana e para ajudar. Segundo o ex-secretário disse que a carta chegou em setembro e permaneceu dois meses sem resposta do governo federal, até que, em 9 de novembro, ele mesmo respondeu à empresa. Apesar disso, Wajngarten negou ter participado de negociações para aquisição do imunizante.

Entrevista

Por várias vezes, o ex-chefe da Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) foi questionado sobre entrevista concedida no final de abril por ele à revista Veja na qual disse que houve “incompetência nas negociações de compra de vacinas” por parte da equipe do Ministério da Saúde, então comandado por Pazuello. No depoimento desta quarta-feira, Wajngarten elogiou o ex-ministro. “Pazuello foi corajoso de assumir uma pasta no pior momento do Brasil e do mundo. Poucos teriam coragem de sentar no ministério no meio de uma pandemia.”

Sobre a entrevista, Wajngarten disse que se referia à “morosidade” do sistema público. “Incompetência é ficar refém da burocracia, morosidade na tomada de decisões é um problema em casos excepcionais como temos na pandemia. A não resposta da carta [da Pfizer], o não retorno no tempo adequado numa pandemia”, disse aos senadores. Diante da mudança de tom do depoente, o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), vai solicitar à revista a gravação na íntegra da entrevista.

Nova remessa da Coronavac com 57,8 mil doses chega ao Paraná neste sábado

O Ministério da Saúde confirmou na manhã desta sexta-feira (7) o quantitativo de doses da Coronavac (parceria Sinovac/Butantan) da 18ª pauta de distribuição de imunizantes contra a Covid-19. Serão mais 57.800 doses, todas da chamada D2, a de reforço, garantindo proteção completa contra as formas mais graves da doença.

As doses chegam no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 10h05 deste sábado (8). Logo em seguida serão encaminhadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) para separação e armazenamento.

São 15.919 doses para pessoas de 60 a 64 anos (referentes às pautas 13 e 15), 2.747 para forças de segurança e salvamento (inclusive Forças Armadas) e 33.377 para ajustar a imunização em segunda dose no público prioritário já vacinado com a primeira, como trabalhadores de saúde e idosos, dependendo da necessidade dos municípios. A diferença para o quantitativo total é a reserva técnica. O lote nacional é composto por 999.900 doses.

Essa remessa se soma às 242 mil doses da vacina Covishield, da parceria AstraZeneca/Oxford, entregues nesta quinta-feira (6), e às 67.774 doses do imunizante Pfizer/Comirnaty/BioNtech. Esse lote é composto por 367.574 imunizantes para doses de reforço e início da imunização em grupos prioritários novos, como gestantes, puérperas, pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente. As vacinas devem ser encaminhadas na semana que vem aos municípios.

O Paraná já recebeu e distribuiu mais de 3 milhões de doses. Segundo o Vacinômetro, 1,9 milhão de paranaenses já receberam a primeira dose e 1,045 milhão já completaram a imunização com as duas doses. Mais de 85% do que foi distribuído foi aplicado.

O Estado já começou a imunizar 16 grupos prioritários: indígenas; idosos em Instituições de Longa Permanência; pessoas com deficiência institucionalizadas; trabalhadores da saúde; trabalhadores da segurança pública; forças de salvamento; Forças Armadas; quilombolas; sete faixas etárias entre a população idosa, dos 60 a 64 aos mais de 90 anos; pessoas com comorbidades; e pessoas com deficiência permanente.