Legitimação da shippada: usuários do Tinder utilizam ‘lumenês’ em suas bios

Termos comumente utilizados por ex-participante de reality show viraram hit no Tinder

Lumena Aleluia, uma das participantes mais marcantes da edição atual do principal reality show do Brasil, deixou o confinamento ontem. Ela saiu deixando um verdadeiro legado de memes, palavras e expressões que bombaram como figurinhas no Whatsapp e… no Tinder!
Os membros do app mais popular no mundo para conhecer novas pessoas também se jogaram nos jargões da ex-participante. As menções ao termo “Lumena” dentro do app cresceram 3x vezes entre janeiro e março de 2021, alcançado um pico de 5.5x no meio do mês de fevereiro. Já “jornada”, outro termo que era usado por ela em quase todos os contextos possíveis, foi mencionado 4x mais em fevereiro na comparação com janeiro. Outra palavra bastante utilizada por ela ao longo dos dias de confinamento não ficou de fora: o app registrou um aumento de 100% no termo “autorizou” ao longo do mês de fevereiro deste ano.
A jornada de Lumena no reality show acabou, mas os memes e jargões são eternos. Agora o que o Brasil quer saber é: Lumena autoriza ou não esse match?

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#BBB21: Fiuk e Carla Diaz estão no paredão

Fiuk e Carla Diaz foram a primeira dupla a desistir da prova do líder do #BBB21, após mais de 8 horas de disputa. Como anunciado pelo apresentador ainda durante o programa o vivo desta quinta(18), a desistência dos dois primeiros participantes os colocaria, automaticamente, no paredão.

Continuam na prova:

Sarah e Gilberto
Caio e Rodolffo
Camilla de Lucas e João Luiz
Thaís e Viih Tube

 

 

Bolsonaro veta recursos para levar internet a aluno de escola pública durante pandemia

Por Redação Busão Curitiba
O presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente um projeto aprovado pelo Congresso que garantiria R$ 3,5 bilhões da União para custear serviços de internet a estudantes e professores da escola pública. O veto de Bolsonaro está publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 19. Pelo texto rejeitado, os recursos viriam principalmente do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) e de dotações orçamentárias do governo federal, seriam repassados a Estados, Distrito Federal e municípios e permitiriam a oferta de internet a alunos carentes por um prazo de seis.

Ao aprovar a matéria no fim de fevereiro, os parlamentares concordaram com o argumento do relator, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), de que a medida é urgente e necessária, já que 18 milhões de estudantes brasileiros pobres estão sem acesso à educação por causa da pandemia de covid-19. Professores do ensino fundamental e médio das redes estaduais e municipais e alunos da rede pública pertencentes a famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) seriam beneficiados, assim como escolas de comunidades indígenas e quilombolas.

Pelo projeto (PL 3.477/2020), os recursos deveriam atender a duas finalidades principais: contratação de soluções de conectividade móvel para a realização e o acompanhamento de atividades pedagógicas não presenciais; e utilização de, no máximo, 50% para aquisição de terminais portáteis, como tablets, que possibilitem acesso a rede de dados móveis.

Para a barrar a medida, Bolsonaro alegou que o projeto não apresenta a estimativa do respectivo impacto orçamentário e financeiro, violando regras constitucionais, fiscais e orçamentárias. “Além disso, a proposição aumenta a alta rigidez do orçamento, o que dificulta o cumprimento da meta fiscal e da Regra de Ouro”, destacou o presidente na razão do veto enviada ao Congresso.

O governo de Jair Bolsonaro ponderou, no entanto, que “está empregando esforços para aprimorar e ampliar programas específicos para atender a demanda da sociedade por meio da contratação de serviços de acesso à internet em banda larga nas escolas públicas de educação básica, a exemplo do Programa de Inovação Educação Conectada (PIEC), instituído pelo Decreto nº 9 204, de 2017, e do Programa Banda Larga nas Escolas (PBLE), bem como do Programa Brasil de Aprendizagem, em fase de elaboração, no Ministério da Educação.”

As justificativas foram assinadas também pelos ministérios da Economia e da Educação, segundo informa a publicação no Diário Oficial.