MKT Gutierrez faz parcerias para desenvolver projetos de melhorias na gestão pública

Há 15 anos no mercado de inteligência política, a MKT Gutierrez está agregando um novo serviço ao seu portfólio: a capacitação de gestores e o planejamento de projetos para as administrações municipais, dentro do Programa Cidade Mais Inteligente, Sustentável e Humana. Com mais essa frente de atuação, em parceria com a NETPROJ, e Academia PoliAdministrtiva de Tadeu Comerlatto, a empresa passa agora a dar suporte técnico principalmente às administrações municipais, em projetos que estão em sinergia com a necessidade da população e que ao mesmo tempo planejam os municípios para o futuro.

NETPROJ

A parceria estratégica com a NETPROJ, empresa com mais de 26 anos no mercado, objetiva a melhoria da gestão pública e economia de recursos em áreas que vão abranger novas soluções para o tratamento de resíduos, qualificação de servidores públicos para atender à população, energias renováveis, dentre outros. “Na verdade, é um upgrade do que já fazemos, afinal, mais do que a organização de campanhas eleitorais e comunicação pública, a MKT já faz assessoria para criação de programas de governo e desenvolve um profundo relacionamento com as comunidades onde atua e com seus gestores”, diz o diretor da MKT, Daniel Gutierrez.

TADEU COMERLATTO

Outra parceria é com Tadeu Comerlatto da Academia Poliadministrativa, para atuar na gestão de pessoas e capacitação de gestores. Tadeu já foi prefeito e tem 40 anos de experiência na área de capacitação de pessoas no serviço público. “Pessoas capacitadas e motivadas produzem melhores resultados”, enfatiza Comerlatto.

 

De acordo com Dr. Maximiliano Osório de Vargas, da NETPROJ, o programa engloba projetos em diversas áreas com o objetivo de provocar melhorias na gestão e economia de recursos, cada vez mais escassos nos municípios. “Com projetos adequados e bem implementados, é possível que os gestores potencializem os recursos e realizem mais em suas comunidades”, explica. Para Vargas, uma gestão de TIC (Tecnologia de Informação e Comunicação) eficaz e uma reorganização na área tributária e gestão podem representar volumes de recursos que farão diferença nas áreas de saúde, educação e segurança, entre outras.

 

Um bom exemplo é o que se pode fazer na área de sustentabilidade, com a implantação de energias renováveis, como usinas solares (placas fotovoltaicas) e de biomassa, com aproveitamento do lixo urbano, o que a médio e longo prazos podem representar substancial economia aos cofres públicos. Ou ainda na área de zeladoria urbana, permitindo a rápida solução de problemas que incomodam os cidadãos e geram desgaste para a administração.

 

 

Na área de segurança pública, avaliada como prioridade em diversos municípios, o programa possibilita desde a estruturação de uma guarda municipal, até a instalação e o controle de câmeras para monitoramento do tráfego de veículos e de reconhecimento facial para identificar possíveis criminosos fugitivos do sistema penal. É oportuno lembrar que “cidades mais seguras acabam atraindo mais investidores do que aquelas com índices elevados de criminalidade”, sinalizam os especialistas.

 

No setor de turismo o programa abre um leque de possibilidades a partir da criação de aplicativos que vão identificar as potencialidades dentro das características de cada cidade: turismo rural, de aventuras ou de negócios.  “Muitos municípios têm um enorme potencial turístico inexplorado, quando poderiam estar gerando emprego e renda nesse setor com pouco investimento”, enfatiza Daniel Gutierrez.

 

Uma das principais ferramentas que o programa incorpora é o de zeladoria urbana, pelo qual os gestores podem acompanhar em tempo real serviços como controle de iluminação pública (onde há lâmpadas apagadas, por exemplo), incidência de dengue, controle do patrimônio, acesso a escolas e postos de saúde, localização de terrenos baldios e até infográficos sobre o coronavírus. “Há uma infinidade de possibilidades que dão ao gestor público as ferramentas necessárias para uma gestão mais efetiva e com respostas mais rápidas às necessidades da população”, informa Vargas.

 

Para mais informações sobre o programa e o desenvolvimento dos projetos os gestores podem fazer contato com a MKT Gutierrez pelo telefone (41) 3524-3579, diretamente com Daniel Gutierrez (41) 99969-4978, ou pessoalmente na sede da empresa em Curitiba, na Avenida Manoel Ribas, 2055, Mercês.

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No Dia da Mulher, Nota Paraná faz uma nova milionária em Curitiba

No Dia Internacional da Mulher, duas mulheres ganharam os maiores prêmios do Programa Nota Paraná. O maior deles, no valor de R$ 1 milhão, saiu para uma contribuinte de Curitiba. O segundo prêmio, de R$ 200 mil, foi para outra paranaense, de Palmas, no Sudoeste do Estado. O sorteio aconteceu na manhã desta segunda-feira (08).

Além desses, foram sorteados 40 prêmios de R$ 10 mil e 40 mil prêmios de R$ 10. Ainda nesta semana as vencedoras serão notificadas pela coordenação do programa e terão os valores depositados nas contas correntes cadastradas.

 

Através dos sorteios o programa distribui mensalmente R$ 4,2 milhões – R$ 2 milhões entre consumidores que solicitam CPF na nota e R$ 2,2 milhões para entidades que cadastram o CNPJ e/ou recebem doações de notas fiscais. Outros R$ 800 mil serão sorteados entre os contribuintes que se credenciaram no Paraná Pay, cujo primeiro sorteio foi adiado devido às restrições impostas pela pandemia de Covid-19.

 

Créditos

 

Também nesta segunda-feira, o Programa Nota Paraná liberou os créditos para os consumidores que solicitaram CPF na nota nas compras de dezembro.

São R$ 31 milhões, sendo R$ 28,2 milhões para consumidores com CPF identificado e R$ 2,8 milhões para instituições com CNPJ informado. O valor é o maior em 11 meses e representa um acréscimo de R$ 7 milhões em comparação ao valor restituído do mês de fevereiro, que foi de R$ 24 milhões.

Confira as 10 instituições premiadas com R$ 20 mil:

1. Associação Ministério Melhor Viver – Ponta Grossa

2. Hospital Nossa Senhora das Graças – Curitiba

3. União Oeste Paranaense de Estudos e Combate ao Câncer – Cascavel

4. Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo – Laranjeiras do Sul

5. Associação de Pais e Amigos do Karatê – Ponta Grossa

6. Hospital Nossa Senhora das Graças – Curitiba

7. Associação Cultural e Educação Infantil Menino Jesus – Maringá

8. Corbélia Proteção Animal – Corbélia

9. Clube das Mães Unidas – Londrina

10. Associação Paranaense de Cultura – APC – Curitiba

Paraná possui mais de 549 mil mulheres empreendedoras, quarta maior marca do Brasil

Estudo do Sebrae aponta que crise do coronavírus interrompeu o crescimento da participação das mulheres no empreendedorismo

O Paraná possui 549.572 empreendedoras, segundo o estudo do Sebrae, “Empreendedorismo Feminino no Brasil”, que traz o perfil das empresárias brasileiras até o terceiro bimestre de 2020, com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). No Paraná, elas estão no comando de 34% das empresas e quase a metade delas (49%), tem menos de 44 anos de idade.

Além de gerenciar o próprio negócio, 47% das empresárias paranaenses também são chefes de domicílio. Mesmo com o desafio de lidar com várias tarefas no dia a dia, a mesma porcentagem de mulheres dedica mais de 40 horas por semana ao negócio. No Estado, 18% delas são empregadoras, a terceira maior proporção no Brasil.

Por conta da pandemia de coronavírus, as empreendedoras em todo Brasil sofreram com os impactos da crise. Conforme o estudo, dos 25,6 milhões de donos de negócio no Brasil, 33,6%, ou 8,6 milhões eram liderados por mulheres em 2020. No ano anterior, a presença feminina era maior, correspondia a 34,5% do total de empreendedores.

A gestora do Programa Sebrae Delas no Sebrae/PR, Dianalu de Almeida Caldato, explica que um dos fatores para essa retração foi a necessidade de cumprir jornada tripla, com as crianças em casa e a dedicação aos cuidados com idosos, por exemplo, o que faz parte de uma cultura que ainda sobrecarrega mais as mulheres.

“As características comportamentais das mulheres ajudaram na adaptação. Normalmente, elas se preparam mais para iniciar uma atividade, portanto, “antenadas” com as tendências e o cenário de atuação. Isso se refletiu na pandemia. Elas inovaram mais, entraram rápido para o digital e expandiram seus negócios encontrando novos caminhos”, explica Dianalu.

 

A empreendedora Danila Chaves, de Paranacity, no noroeste do Paraná, vende roupas há 12 anos. Ela já havia começado negócios pela internet, mas com a pandemia decidiu fechar de vez a loja física e permanecer somente com atendimento online. Ela usa principalmente o Instagram para vender as peças, que envia para as clientes por transportadora ou Correios.

“Eu observava as pessoas interagindo com as postagens que fazia e comecei a estudar e entender melhor as ferramentas digitais. Comecei a monetizar e, em 2020, desisti do atendimento físico. Eliminei uma série de gastos mensais e hoje vivo a minha melhor fase financeira”, comemora Danila.

Participante do Sebrae Delas, a empreendedora diz que busca atualização constante e que humanizar as redes tem sido uma estratégia eficaz. A exposição da própria imagem abriu caminho para novos desafios e agora ela também oferece mentorias para outras empreendedoras.

Foco no digital e na expansão do negócio

A ex-executiva de marketing Cleonice Teresinha Wasilkoski decidiu empreender há quatro anos, quando inaugurou, em Curitiba, uma loja de moda íntima e pijamas. Com apoio do Sebrae/PR, por meio de cursos e consultorias, estudou bastante sobre o segmento.

“Optei por abrir um negócio relacionado a algo que eu gosto muito e, ao longo do tempo, tenho me capacitado, feito parcerias com fornecedores e buscado um mix de produtos para um modelo mais rentável e produtivo”, afirma.

Além da loja de rua, que foi bastante afetada pelas medidas restritivas tomadas pelos governos na pandemia, ela inaugurou um segundo ponto em um shopping da capital paranaense em meio à crise. Para driblar a diminuição do número de clientes nas lojas físicas, a empresária criou do zero o próprio site, passou a comercializar as peças online e já tem planos de expandir os negócios.

“Quero aumentar as vendas no site e redes sociais e tenho o sonho de abrir uma marca própria de lingeries. Outro sonho é o de desenvolver um projeto de peças especiais voltadas a mulheres mutiladas e mastectomizadas, como uma forma de dar mais autoestima a elas”, conta, entusiasmada.

Desafios

Nesse momento de incertezas, com novas medidas restritivas adotadas para conter o avanço da pandemia, a consultora Sebrae/PR, Dianalu de Almeida Caldato, orienta a realização de um planejamento de curto prazo.

“As mulheres têm como habilidade se reerguer diante de grandes desafios. Vale a pena traçar estratégias de sobrevivência de curto prazo, que incluem alternativas imediatas. O período turbulento vai passar e quem sem planejou e inovou terá melhores condições de crescer na retomada”, orienta.

A 9ª Pesquisa de Impacto do coronavírus nos pequenos negócios, de novembro de 2020, já indicava que as mulheres empreendedoras foram mais prejudicadas no que diz respeito ao faturamento mensal (75% delas acusaram diminuição, contra 71% dos homens). Mas, as empreendedoras foram mais proativas no enfrentamento às dificuldades, sendo que 46% delas passaram a comercializar novos produtos/serviços, contra 41% dos empresários.

Outros dados sobre o empreendedorismo feminino:

Paraná:

• 18% das empreendedoras paranaenses são empregadoras (no Brasil, o número é de 13%);

• 67% delas têm de 1 a 5 empregados;

• 49% têm até 44 anos;

• 45% das paranaenses empreendem no setor de serviços;

• 60% das empresárias contribuem para a previdência social;

• 47% trabalham mais de 40 horas por semana no negócio;

• 23% das empreendedoras paranaenses são negras;

Brasil:

• No 3º trimestre de 2020, haviam 25,6 milhões de donos de negócio no Brasil, sendo 8,6 milhões de mulheres (33,6%) e 17 milhões de homens (66,4%);

• Entre as donas de negócio no Brasil, 29% têm nível superior, 39% nível médio, 24% fundamental, 1% sem instrução e 7% não informaram;

As mulheres Donas de Negócio (comparado aos homens):

• Têm maior grau de escolaridade

• São mais jovens

• Ganham menos

• Trabalham mais sozinhas (Conta Própria)

• Trabalham menos horas no negócio

• Estão há menos tempo na atividade atual

• 49% são chefes de domicílio

• Empregam menos (menor proporção de empregadoras e menor número de empregados)

• Têm estruturas de negócio mais simples

• Contribuem mais à previdência na atividade atual

• Trabalham mais no setor de serviços (destaque: alojamento e alimentação)