Suposta brecha pra fura-filas em vacinação de Curitiba é investigada pelo MP-PR

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) cobra explicações da prefeitura de Curitiba sobre a vacinação da Covid-19 de profissionais autônomos de saúde, que começou nesta quarta-feira (3). A suspeita é de que haja uma brecha que permita a vacinação de pessoas que, mesmo registradas nos conselhos de classe, não atuam na área de saúde. Leia mais em Tribuna Paraná.

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Twitter fixa regras para combater desinformação sobre vacinas

As fake news e a desinformação prejudicam muito os esforços para combater a pandemia; vidas têm sido perdidas em função delas.

Procurando combater esses males, o Twitter introduziu novas regras para evitar a disseminação de informações incorretas ou falsas sobre as vacinas contra a covid-19. De acordo com a nova política, a empresa irá rotular os tweets que trouxerem informações como essas e banir contas que violarem repetidamente as novas regras.

Os rótulos serão semelhantes aos usados ​​pelo Twitter na época da eleição americana, e dirão algo como this tweet is misleading, que poderia ser traduzido como “este tweet é enganoso”; outros usuários serão impedidos de retuitar as mensagens marcadas.

A empresa também está introduzindo um sistema que permitirá punir os infratores reincidentes. Após o primeiro tweet com conteúdo julgado incorreto, os usuários enfrentarão suspensões temporárias, até que na quinta reincidência, serão banidos permanentemente, como foi banido Donald Trump em função de suas mensagens relativas à eleição que perdeu. Em janeiro, o Twitter ocultou um post do presidente Jair Bolsonaro, classificado como enganoso e potencialmente prejudicial por conter informações falsas sobre a covid-19.

Além do Twitter, o Facebook anunciou recentemente que estava banindo desinformação sobre as vacinas contra a covid-19 e outras doenças. O TikTok e o YouTube também introduziram políticas para conter a disseminação de mentiras sobre as vacinas.

Esperamos que seja um passo na direção de uma internet mais confiável, embora também sejam justificadas dúvidas acerca da adoção de medidas similares que configurem censura para atender a interesses políticos e comerciais.

Projeto de lei quer incluir direitos dos animais no currículo escolar

“Prevenir os maus-tratos e respeitar os direitos dos animais pode vir a ser tarefa escolar. Essa é a proposta do projeto de lei que estou apresentando na Assembleia Legislativa do Paraná”, disse o deputado estadual Cobra Repórter (PSD) nesta quarta-feira (03). O projeto de lei pede a inclusão de conteúdos relativos a direitos dos animais e formas de proteção destes direitos nas escolas públicas e privadas do Estado do Paraná.

“A ideia é que as aulas sobre esses temas sejam norteadas pelo respeito ao meio ambiente, à fauna, à flora e à biodiversidade. Na minha opinião, a falta de informação é um dos responsáveis pelo sofrimento dos animais. Nada mais prudente que educar nossas crianças para que sejam mais conscientes. Ações educativas ajudam a diminuir os problemas relacionados à falta de informação a meu ver”, explicou o deputado.

De acordo com o texto do projeto, a inclusão de conteúdo sobre proteção e direito dos animais no currículo das escolas se baseia no seguinte: todo o animal possui direitos; o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza; a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais.

O deputado estadual Cobra Repórter é autor da Lei Estadual nº 19.472/2018, que institui o Julho Dourado. O objetivo da lei é realizar ações e motivar a população para que reflita sobre o bem-estar dos animais de rua e animais domésticos de estimação (pets).